Que roteiro de cinema Nick Foles escreveu nesta temporada da NFL. De quase aposentado após deixar o Kansas City Chiefs, o camisa 9 passou por um caminho espinhoso até a consagração máxima. Comandando o ataque dos Eagles, Foles conquistou o Super Bowl e foi eleito o MVP da partida final, contra o New England Patriots.Na partida decisiva, foram 373 jardas, três touchdowns e uma interceptação, que foi mais culpa do wide receiver Alshon Jeffery do que dele. Mas o caminho começou muito antes, para ser mais preciso, na pré-temporada, quando, depois de pensar em se aposentar, Nick Foles decidiu retornar ao time que o draftou para ser reserva de Carson Wentz.

Ao longo da temporada regular, Foles ajudou Wentz a se desenvolver em sua segunda temporada. Mas o destino reservou mais para a história de Nick Foles. Na semana 14, Wentz rompeu o ligamento cruzado do joelho esquerdo e coube ao camisa 9 a responsabilidade de substituir o amigo. Em um primeiro momento, Nick teve dificuldades, especialmente nos últimos dois jogos da temporada regular.

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Mas os playoffs trouxeram o melhor do experiente quarterback. Na rodada divisional, um bom jogo contra o Atlanta Falcons. No encontro com o Minnesota Vikings, na final da Conferência Nacional, o quarterback foi o principal nome do atropelo sobre o adversário. Foi no grande palco que Nick fez o seu melhor, a defesa do New England Patriots em nenhum momento encontro receita para parar o quarterback, que além de passar para três touchdowns ainda recebeu passe para um. Se os Eagles vestiram o mantra de azarões durante os playoffs, não podia ter melhor símbolo do que Foles ofuscando o brilho de Tom Brady.